Editorial: As eleições estão aí… em quem votar? em quem não votar?

A hora, agora, é de “respirar” eleições… Não há como evitar isso, devido ao fato de que, em poucos meses, estaremos escolhendo prefeito e vereadores em nossas cidades. Há quem respire conspirações, principalmente, neste período eleitoral.

O que cada eleitor deve fazer, para evitar o “dito pelo não dito” e as “promessas que nunca se cumprem” é olhar o histórico de cada candidato: em que área ele trabalha, quais suas atividades para com a comunidade, o que ele fez até hoje que pode merecer o seu voto? Só amizade, não vale; afinal, pode-se perder o voto e o amigo.

Projetos são essenciais, mas há coisas que só o candidato a prefeito pode prometer fazer. o candidato a vereador não vai arrumar a sua rua, muito menos construir uma escola em seu bairro. Não é atribuição dele. Se eleito, ele vai fiscalizar o que o prefeito faz, apresentar projetos de lei que podem tornar-se em lei em benefício da cidade, vai fiscalizar as obras, contratos, etc, da prefeitura, e deveria prestar contas de seu mandato para com a população, pelo menos, trimestralmente. Deveria (mas não é obrigado).

O eleitor deve tomar muito cuidado com candidatos que “aparecem do nada”… há sempre os oportunistas de plantão.

É importante, também, ver se o seu candidato não está listado no que é chamado de “Ficha Suja”, uma listagem que contem o nome de pessoas que estão inelegíveis (ou já estiveram) por terem sido condenados pela justiça por conta de mal uso dos recursos públicos.

Candidatos que “distribuem brindes” a seus cabos eleitorais, devem estar na mira do eleitor e ser denunciados, pois é crime. Não tem aquela história da “gasolininha” não. As despesas do candidato só podem ser aquelas que estão sendo devidamente contabilizadas para a sua prestação de contas eleitorais. E mais… as despesas “pré campanha” não são oficiais, e portanto, podem ser criminosas se comprovarem que “um churrasquinho aqui, um almocinho ali, uma cervejada acolá, ou uma gasolininha por aí” tem a ver com “conquista” de apoio do eleitor ao candidato, podendo gerar a cassação da candidatura e/ou uma posterior cassação do mandato (após eleito) por abuso de poder econômico. Denunciar é sempre necessário. Em última instância é a justiça eleitoral quem vai decidir se houve ou não crime eleitoral.

Portanto, fique atento… quem pratica o que não é legal, vai manter-se no legislativo ou no executivo cometendo irregularidades a seu favor.

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