#COVID19: A possibilidade de mutação do #Coronavírus assusta o mundo
Rodini Netto – Na mesma semana em que a OMS – Organização Mundial da Saúde, aumentou o status de alerta sobre o COVID19 (Coronavírus) de “alto” para “muito alto”, cientistas e médicos continuam a divergir sobre a utilização de máscaras; uns afirmam que ela só protege as pessoas de quem já está com o vírus, fazendo com que o portador do Coronavírus não contamine a outras pessoas, enquanto outros afirmam que é necessário usar máscaras para se proteger da transmissão da doença.
Nos Estados Unidos, cientistas confirmaram que dois casos de contaminação pelo Coronavírus aconteceram, em princípio, de forma espontânea. Aqui, especificamente, a propagação do vírus se deu em pessoas que não viajaram e que sequer tiveram contato com outras que tenham viajado a países considerados de risco.
Agora, depois de fazerem o sequenciamento genético do vírus, cientistas de diversos países começaram a confirmar que o Coronavírus tem apresentado mutações em diferentes partes do mundo.
As Bolsas de valores no mundo inteiro vem trabalhando em queda intensa, e as importações da China diminuem a níveis que impedem o funcionamento de empresas em todas as partes do mundo, trazendo graves problemas à economia mundial.
Nos últimos dias, Bill Gates afirmou que esta é a maior ameaça desde a Gripe Espanhola, surto que teve início em 1918.
O cenário que estamos vendo não é o de um filme de ficção científica, mas uma realidade pouco aumentada de notícias que vem sendo transmitidas no mundo inteiro. O Coronavírus ainda não tem vacina, e a grande verdade é que há muitas dúvidas sobre a forma de propagação do vírus.
Segundo afirmou Michael Ryan, da Organização Mundial de Saúde, a mudança de alerta de risco de “alta” para “muito alta” é um alerta para a comunidade internacional a fim de deixar claro que os sistemas de saúde dos vários países do mundo não estão preparados para lidar com a chegada do novo vírus, e que o aumento do nível de alerta emitido em Genebra, na última sexta (28) é uma tentativa de conscientizar governos e a sociedade para o risco de uma pandemia.
Já o diretor geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus admitiu que “o contínuo aumento de novos países é claramente uma preocupação”, referindo-se ao crescimento do número de países onde o Corovírus vem sendo encontrado.
Apesar disso tudo, Tedros afirmou que “o maior inimigo não é o vírus. É o medo, rumor e estigma”.

